NFS-e Nacional: o que o despachante aduaneiro precisa saber

O Brasil vive um processo contínuo de modernização tributária, e a NFS-e Nacional é uma das iniciativas mais relevantes dos últimos anos nesse campo. Neste artigo, você aprenderá o que é a NFS-e Nacional, quais impactos ela traz para o dia a dia do despachante aduaneiro e, principalmente, como a integração sistêmica pode facilitar essa transição. 


Sumário:

O que é a NFS-e nacional?

Quais os principais impactos na rotina do despachante aduaneiro?

Como a tecnologia pode ajudar o despachante aduaneiro?

Conclusão

O que é a NFS-e nacional?

A NFS-e Nacional é um modelo padronizado de nota fiscal de serviço eletrônica criado pelo governo federal para unificar a emissão de notas fiscais de serviço em todo o Brasil. 

A última resolução CGNFS-e nº 9/2025, publicada em 05/01/2026, traz mais informações sobre o modelo de nota fiscal de serviço eletrônica.

Cada município brasileiro tinha autonomia para desenvolver seu próprio sistema de NFS-e, com layouts, regras e plataformas diferentes, criando um cenário bastante fragmentado.

Afinal, são mais de 5.500 municípios, com centenas de padrões distintos de emissão. 

Para empresas que prestam serviços em várias cidades, essa diversidade sempre foi um desafio operacional e tecnológico.

A NFS-e Nacional resolveu esse problema ao estabelecer um padrão único, válido em todo o território nacional. 

O sistema é gerido pela Receita Federal e opera de forma integrada com o ambiente nacional da NF-e, aproveitando a infraestrutura tecnológica já consolidada.

Na prática, o prestador de serviço emite a nota através do sistema nacional, que valida as informações e gera o documento fiscal. 

A nota é então transmitida automaticamente para o município onde o serviço foi prestado e para o tomador do serviço, em ambiente digital, com certificação digital e rastreabilidade completa.

A NFS-e Nacional traz campos padronizados para identificação do prestador e do tomador, descrição detalhada do serviço prestado, valores, tributos incidentes e informações complementares. 

O layout XML segue padrões técnicos facilitando a integração com sistemas de gestão empresarial.

Quais os principais impactos na rotina do despachante aduaneiro?

Despachantes aduaneiros que prestam serviços em Santos, Rio de Janeiro, Paranaguá e outros pontos de entrada precisavam lidar com sistemas diferentes para cada município. 

Com a NFS-e Nacional, essa complexidade diminui significativamente.

A emissão passa a seguir o mesmo procedimento, independentemente da localização do serviço prestado.

Ou seja, menos tempo gasto com cadastros múltiplos, menos senhas para gerenciar e menos sistemas diferentes para operar. 

A NFS-e Nacional exige certificado digital padrão ICP-Brasil para emissão. 

Despachantes aduaneiros que ainda não utilizam certificação digital regularmente precisarão incorporar essa ferramenta à rotina.

Como a tecnologia pode ajudar o despachante aduaneiro?

A adaptação bem-sucedida à NFS-e Nacional depende fundamentalmente da integração entre sistemas. 

Emitir notas fiscais manualmente, uma a uma, pode até funcionar para operações pequenas, mas se torna inviável para despachantes aduaneiros que gerenciam muitos processos.

Transferir manualmente informações para um sistema de emissão de notas não é apenas trabalhoso, mas também aumenta significativamente o risco de erros

Ter uma boa integração sistêmica permite que as informações já cadastradas no sistema de gestão do despachante aduaneiro sejam transmitidas automaticamente para o emissor de NFS-e Nacional, eliminando retrabalho e reduzindo erros.

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Conclusão

A NFS-e Nacional representa uma transformação importante na gestão fiscal de serviços no Brasil, e os despachantes aduaneiros precisam estar preparados para essa nova realidade. 

A padronização nacional simplifica processos antes fragmentados, mas exige maior rigor no detalhamento de informações e na integração entre sistemas. 

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